1º DOMNGO DO ADVENTO

Marcos 13,33 – 37

Ficai de sobreaviso, vigiai; porque não sabeis quando será o tempo. Será como um homem que, partindo de uma viagem, deixa a sua casa e delega sua autoridade aos seus servos, indicando o trabalho de cada um, e manda ao porteiro que vigie. Vigiai, pois, visto que não sabeis quando o senhor da casa voltará, se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, para que vindo de repente, não vos encontre dormindo. O que vos digo, digo a todos: vigiai!

Comentário

Já é hora de acordar! Eis o apelo de Jesus no Evangelho que inaugura este tempo do Advento. Uma nova aurora surge no horizonte da humanidade, trazendo a esperança de um novo tempo de um mundo renovado pela força do Evangelho. Neste tempo de graça, somos convocados a sair do torpor de uma prática religiosa inócua, a acordar do sono dos nossos projetos pessoais vazios e egoístas. Despertos e vigilantes, somos convidados a abraçar o projeto de Deus que vem ao nosso encontro, na espera fecunda do Tempo do Advento, temos a chance de reanimarmos em nós e os compromissos assumidos em favor da construção do Reino, reavivando as forças adormecidas, para a construção de uma humanidade nova, livre das trevas do sofrimento, da marginalização e da morte.

Frei Sandro Roberto da Costa, OFM - Petrópolis/RJ

2º DOMINGO DO ADVENTO

Marcos 1,1 – 8

Conforme está escrito no Profeta Isaias: Eis que envio meu anjo diante de ti: Ele preparará teu caminho. Uma voz clama no deserto: Traçai o caminho do Senhor, aplainai suas veredas (Mt 3,1); Is 40,3). João Batista apareceu no deserto e pregava um batismo de conversão para a remissão dos pecados. E saiam para ir ter com ele toda a Judéia, toda Jerusalém, confessando os seus pecados. João andava vestido de pelo de carneiro e trazia um cinto de couro em volta dos rins, e alimentava-se de gafanhotos e mel Sivestre. Ele pôs-se a proclamar: “depois de mim vem outro mais poderoso do que eu, ante o qual não sou digno de me prostrar para desatar-lhe a correia do calçado. Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo”.

Comentário

“Preparai o caminho do Senhor, aplainai as suas veredas”. Clamando pelo deserto, João Batista nos indica que procurar viver conforme a Boa-Nova que Jesus nos trouxe não se trata, simplesmente, de viver dentro de um sistema religioso com certas práticas que nos identificam com tais. Talvez ele queira nos indicar que a fé, antes de tudo é um percurso, uma caminhada, onde podemos encontrar momentos fáceis e difíceis, dúvidas e interrogações, avanços e retrocessos, entusiasmo e disposição, mas também cansaço e fadiga. No entanto, o mais importante é que nunca deixemos de caminhar, pois o caminho se faz caminhando. Boa caminhada de Advento e preparação!

Frei Diego Atalino de Melo

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terça-feira, 29 de outubro de 2019

8. PAIS, MENOS CONTEMPLAÇÃO, MAIS AÇÃO!







Comportamento


Pais, menos contemplação, mais ação!


Pais contemplativos – fenômeno muito comum atualmente e que vem causando um efeito desastroso no crescimento das crianças.

Chamo de contemplativa a postura de grande parte dos pais modernos: percebem as manifestações e assistem as atitudes dos filhos sem se sentir seguros de intervir diretamente corrigindo-os, interditando-os, levando-os às mudanças necessárias ao crescimento adequado. O máximo que tenho observado de intervenção é uma explicação muitas vezes “inócuas”, pois não é acompanhada de atitudes coerentes ao que se diz.

Pais, atenção: as crianças precisam de direção, de interdição de realidade. Ao nascerem, são movidas por desejo de saciedade, de se manter em estado de equilíbrio, sem fome, sem dor, sem incomodo e, ao menor incomodo, choram e são saciadas. Nesse aspecto, o desejo é o motor de sua vida e sinaliza a falta que precisa ser saciada.

Crescer e amadurecer, porém, pressupõe lidar com a falta, com a dor, com a dificuldade e, a partir dessa experiência, criar soluções saudáveis. Não sucumbir.

Para isso, precisamos de pais ativos e não contemplativos. Explico-me: precisamos de pais que amem, sejam afetivos, interditem, que permitam que a falta apareça e seja motor de criação.

De pais que suportem ver seus filhos sofrendo pequenas "dores", na certeza de que isso os tornará melhores, mais capazes de viver e de ser felizes.

Ao tomar uma posição contemplativa, os pais deixam órfãos  seus filhos, negam a eles o direito de orientação da direção, da formação necessária de critérios para poderem, no futuro, agir com liberdade e autonomia. O pior: essa atitude contemplativa se faz presente quase que exclusivamente no momento de interditar, de oferecer limites que permitirão aos pequenos entrar em contato com a falta. Mas a atitude toma-se ativa quando se trata de atender os desejos dos filhos, de possibilitar que realizem suas vontades infantis e sintam-se felizes. Pais, atenção: que felicidade essa momentânea e fugaz? Acreditam mesmo que ela será suficiente para sustentar a possibilidade de uma futura pessoa lúcida, equilibrada, que sabe o sentido de sua vida e o busca em suas circunstâncias e apesar das adversidades?

Já vemos hoje uma juventude depressiva, ansiosa, carente de sentido para a vida. Um grande número de jovens que busca nas drogas e na bebida consolo e prazer. Um aumento assustador do número de suicídios na adolescência. Tudo isso são sinais evidentes de que o caminho que estamos percorrendo precisa ser corrigido e repensado. Segundo a psicanalista e escritora Maria Rita Kehl, a depressão está associada ao desejo saciado. Não seria a falta, portanto, o que motiva a depressão, pois a falta de algo estimularia o desejo e o trabalho psíquico. ''A busca por si só envolveria um empenho que se contrapõe à apatia do sujeito depressivo. O depressivo não sofre por não obter aquilo que deseja. Ele não deseja nada”.

Que triste constatar que estamos aleijando uma geração por não estarmos sendo capazes de agir como exige nosso papel de pais - ao atender compulsivamente os desejos imaturos dos nossos pequenos, não os impedimos de criar novos e mais ela- borados desejos, de amadurecer a vontade, de estabelecer objetivos, de encontrar sentido para a vida e, especialmente, de sentir-se capazes de lutar por eles, de conquistá-los.

Vamos resgatar nossa possibilidade de agir, e que nossa ação não seja atabalhoada. Vamos agir segundo um plano - com objetivos claros -, e vamos nos dedicar neste projeto que, com certeza, é o mais importante de nossas vidas: os filhos.


Simone Ribeiro Cabral Fuzaro é fonoaudióloga e educadora. Mantém o blog educandonacao.combr






7. PAPA FRANCISCO: "SOBRE OS PAIS"






           

               Sobre os Pais

                                                                                                           Papa Francisco

Retomamos o caminho das catequeses sobre família. Hoje nos deixamos guiar pela palavra "pai". Uma palavra mais que qualquer outra querida a nós cristãos, porque é o nome com O qual Jesus nos ensinou a chamar Deus: pai. Hoje o sentido deste nome recebeu uma nova profundidade justamente a partir do modo em que Jesus o usava para se dirigir a Deus e manifestar a sua especial relação com Ele. O mistério abençoado da intimidade de Deus, Pai, Filho e Espírito, revelado por Jesus, é o coração da nossa fé cristã.

"Pai" é uma palavra conhecida por todos, uma palavra universal. Essa indica uma relação fundamental cuja realidade é tão antiga quanto a história do homem. Hoje, todavia, chegou-se a afirmar que a nossa seria uma "sociedade sem pais". Em outros termos, em particular na cultura ocidental, afigura do pai seria simbolicamente ausente, dissipada, removida. Em um primeiro momento, a coisa foi percebida como uma libertação: libertação do pai-patrão, do pai como representante da lei que se impõe de fora, do pai como censor da felicidade dos filhos e obstáculo da emancipação e da autonomia dos jovens. Às vezes, em algumas casas, reinava no passado o autoritarismo, em certos casos até mesmo a opressão: pais que tratavam os filhos como servos, não res- peitando as exigências pessoais do crescimento deles; pais que não os ajudavam a empreender o seu caminho com liberdade - mas não é fácil educar um filho em liberdade -  pais que não os ajudavam a assumir as próprias responsabilidades  para construir o seu futuro e o da sociedade.

Isto, certamente, é uma atitude não boa; porém, como acontece muitas vezes, se passa de um extremo a outro. O problema dos nossos dias não parece mais ser tanto a presença invasiva dos pais quanto a sua ausência, a sua falta de ação. Os pais estão, por vezes, tão concentrados em si mesmos e no próprio trabalho e às vezes nas próprias realizações individuais a ponto de esquecer a família. E deixam sozinhos os pequenos e os jovens. Já como bispo de Buenos Aires senti o sentido de orfandade que vivem os jovens; muitas vezes eu perguntava aos pais se brincavam com os seus filhos, se tinham a coragem e o amor de perder tempo com os filhos. E a resposta era ruim, na maioria dos ca- sos: "Mas, não posso, porque tenho tanto trabalho ... " E o pai era ausente daquele filho que crescia, não brincava com ele, não, não perdia tempo com ele.

Ora, neste caminho comum de reflexão sobre família, gostaria de dizer a todas' as comunidades cristãs que devemos ser mais atentos: a ausência da figura paterna na vida dos pequenos e dos jovens produz lacunas e feridas que podem ser também muito graves. E, de fato, os desvios de crianças e de adolescentes podem, em boa parte, ser atribuídos à esta falta, à carência de exemplos e de guias autoritárias em suas vidas de cada dia, à carência de proximidade, à carência de amor por parte dos pais. O sentido de orfandade que tantos jovens vivem é mais profundo que aquilo que pensamos.

São órfãos na família, porque os pais muitas vezes são ausentes, mesmo fisicamente, da casa, mas sobre- tudo porque, quando estão ali, não se comportam como pais, não dialogam com os seus filhos, não cumprem o seu papel educativo, não dão aos filhos, com o seu exemplo acompanhado de palavras, aqueles princípios, aqueles valores, aquelas regras de vida de que precisam como precisam do pão. A qualidade educativa da presença paterna é tanto mais necessária quanto mais o pai é obrigado pelo trabalho a estar distante de casa. Às vezes parece que os pais não sabem bem qual posto ocupar na família e como educar os filhos.

E, então, na dúvida, se abstém, se retiram e negligenciam suas responsabilidades, talvez refugiando-se em uma improvável relação "em pé de igualdade" com os filhos. É verdade que você deve ser "companheiro" do teu filho, mas sem esquecer que você é o pai! Se você se comporta somente como um companheiro em pé de igualdade com o filho, isto não fará bem ao menino.

E vemos este problema também na comunidade civil. A comunidade civil, com as suas instituições, tem uma certa responsabilidade - podemos dizer paterna - com os jovens, uma responsabilidade que às vezes negligencia ou exerce mal. Também essa muitas vezes os deixa órfãos e não propõe a eles uma verdade de perspectiva. Os jovens permanecem, assim, órfãos de caminho seguros a percorrer, órfãos de mestres em quem confiar, órfãos de ideais que aquecem o coração, órfãos de valores e de esperanças que os apoiam cotidianamente. São preenchidos, talvez, por ídolos, mas se rouba o coração deles; são impelidos a sonhar com diversão e prazer, mas não se dá a eles o trabalho; são iludidos com o deus dinheiro, e se nega a eles as verdadeiras riquezas.

E então fará bem a todos, aos  pais  e  aos  filhos,  escutar  novamente a promessa que Jesus fez  aos  seus  discípulos: "Não vos deixarei órfãos" (Jo 14, 18). É Ele, de fato,  o Caminho a  percorrer, o Mestre a escutar, a Esperança de que o mundo  pode mudar,  que  o amor vence o ódio, que pode haver um futuro de fraternidade e de paz para todos. ( ...) 








quinta-feira, 20 de setembro de 2018

6. PAPA: FAMÍLIA, PROMESSA DE UM NOVO PENTECOSTES




Papa: família, promessa de um novo Pentecostes

  Vatican News  | Ago 26, 2018






“Cada dia novo na vida das nossas famílias e cada nova geração trazem consigo a promessa de um novo Pentecostes"

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A missa no Phoenix Park de Dublin encerrou o Encontro Mundial das Famílias, motivo da visita do Papa Francisco à Irlanda.

No ato penitencial, o Papa Francisco voltou a pedir perdão por todos os tipos de abusos cometidos por “membros qualificados” da Igreja em instituições administradas por religiosos e religiosas e por membros da hierarquia que permaneceram em silêncio. O pedido é fruto do encontro que o Pontífice realizou no sábado com oito vítimas irlandesas.
O Papa citou os menores e adultos vulneráveis vítimas de moléstias, crianças e adolescentes explorados para fins laborais e mulheres que tiveram seus filhos subtraídos por autoridades eclesiásticas porque solteiras. Maternidade negada por se tratar de “pecado mortal”. “Isso não é pecado mortal, é o quarto mandamento [honrar pai e mãe, ndr]!”, disse Francisco.
”Que o Senhor mantenha e faça crescer este estado de vergonha e arrependimento e nos dê a força para nos comprometer a trabalhar para que nunca mais aconteçam e se faça justiça.”
Já a homilia foi inspirada no Evangelho deste domingo: «Tu tens palavras de vida eterna!» (Jo 6, 68).
Os discípulos estavam perplexos, confusos e até irados, hesitando se aceitar ou não as suas «palavras duras», tão contrárias à sabedoria deste mundo. Em resposta, o Senhor lhes diz: “As palavras que vos disse são espírito e são vida”.
“Cada dia novo na vida das nossas famílias e cada nova geração trazem consigo a promessa de um novo Pentecostes, um Pentecostes doméstico”, disse o Papa, fazendo votos de que as famílias se tornem fonte de encorajamento para os outros, para partilhar “as palavras de vida eterna” de Jesus.
O Filho de Deus, afirmou ainda Francisco, se encarnou neste mundo por meio de uma família, e em cada geração, através do testemunho das famílias cristãs, tem o poder de romper todas as barreiras para reconciliar o mundo com Deus e fazer de nós aquilo que desde sempre estamos destinados a ser: uma única família humana.
Todavia, reconheceu o Pontífice, a tarefa de dar testemunho desta Boa Nova não é fácil e sempre haverá pessoas que se oporão à ela.
Mas podemos seguir o exemplo de São Columbano e de seus companheiros irlandeses e jamais nos deixar “influenciar ou desanimar pelo olhar gelado da indiferença ou pelos ventos borrascosos da hostilidade”.
“Como permanece difícil perdoar àqueles que nos magoam! Que grande desafio continua a ser o acolhimento do migrante e do estrangeiro! Como é doloroso suportar a desilusão, a rejeição ou a traição! Como é incomodo proteger os direitos dos mais frágeis, dos nascituros ou dos mais idosos, que parecem estorvar o nosso sentido de liberdade!”
Missão árdua, mas possível, pois podemos contar com a força do Espírito e a presença do Senhor sempre ao nosso lado.
Ressaltando a natureza missionária do cristão, Francisco recorda que a Igreja é chamada a “sair” para levar as palavras de vida eterna às periferias do mundo.
“Que a nossa celebração de hoje confirme cada um de vocês – pais e avós, crianças e jovens, homens e mulheres, frades e freiras, contemplativos e missionários, diáconos e sacerdotes – na partilha da alegria do Evangelho! Possam partilhar o Evangelho da família como alegria para o mundo.”
No final da Celebração Eucarística, o Pontífice fez um agradecimento a todos os que contribuíram para a realização da viagem.
“Um ‘obrigado’ muito sentido quero ainda expressar a todas as pessoas que rezaram por este Encontro: idosos, crianças, religiosos e religiosas, doentes, reclusos… Estou certo de que o sucesso da iniciativa se deve às orações, simples e perseverantes, de todos eles. Obrigado a todos. Que o Senhor os recompense!”
O Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, Card. Kevin Farrell, anunciou no final da missa que a cidade de Roma será sede do próximo Encontro Mundial da Família em 2021.

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Contemplemos a Sagrada Família,
Jesus, Maria e José!


Palavras do Papa Francisco:


"Hoje, o nosso olhar sobre a Sagrada Família deixa-se atrair também pela simplicidade da vida que ela conduz em Nazaré. É um exemplo que faz muito bem as nossas famílias, ajudando-as a tornarem-se cada vez mais comunidades de amor e de reconciliação, nas quais se sente a ternura, a ajuda e o perdão recíproco. Recordemos as três palavras-chave para viver em paz e alegria em família: com licença, obrigado, desculpa".

"Quando numa família não somos invasores e pedimos “com licença”, quando na família não somos egoístas e aprendemos a dizer “obrigado” e quando na família nos damos conta de que fizemos algo incorreto e pedimos “desculpa”, nessa família existe paz e alegria. Recordemos sempre estas três palavras".

"Gostaria também encorajar a família para que tomem consciência da importância que têm na Igreja e na sociedade. De fato, o anúncio do Evangelho possa, sobretudo, através das famílias, para depois alcançar os diversos âmbitos da vida diária". 

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Oração da Família

Olha, Senhor, uma vez mais sobre nossa
família. Tu conheces nossas alegrias e
esperanças, nossos temores e medos,
nossos dramas e inquietudes. 

Queremos viver profundamente unidos, 
acolhendo cada um com suas diferenças. 

Nossa casa precisa ser espaço de 
acolhida de Tua vontade, lugar de encontro 
e de partilha, asilo para todos os que 
sofrem e precisam de conforto. 

Prepara os nossos  corações para viver o 
dom e o amor, a solidariedade e a justiça,
 para acolher Teus desígnios e apelos. 

Olha todas as famílias da terra: as bem 
constituídas e aquelas que vivem na 
instabilidade; as famílias sem pai ou 
sem mãe e aquelas que vivem 
dramas e dores. 

Queremos ser o sal da terra, a luz do 
mundo e o fermento da massa! 
Que a família de Nazaré nos 
inspire nos ajude.
Amém.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

5. APOSTOLADO CORAGEM - HOMOSSEXUALIDADE E FÉ CATÓLICA



Apostolado Coragem




CORAGEM É UM APOSTOLADO internacional da Igreja Católica, recomendado pelo Pontifício Conselho para a Família, constituído por sacerdotes e leigos e que atua nos EUA, no Brasil e em outros diversos países ao redor do mundo, ajudando e servindo às pessoas que têm atração pelo mesmo sexo a viverem casta e dignamente como filhos e filhas de Deus. O Apostolado nasceu da preocupação de Monsenhor Terence Cooke com aquelas pessoas que sofrem sozinhas: como cardeal de Nova Iorque, estava ciente do sofrimento daquelas pessoas e temia que, sem o amparo formal da Santa Igreja, seguissem o estilo de vida "gay" propagado pela mídia e pelo ativismo político e, assim, acabassem abandonando a fé.


Courage Brasil

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

4. COLO DE MÃE... ABRAÇO DE DEUS!




COLO DE MÃE... ABRAÇO DE DEUS!

Na sua onipotência, Deus se fez frágil... na sua onisciência, Deus se fez ingênuo... na sua auto suficiência, Deus se fez carente ... E pôde, assim, sentir-se gente, sentir-se, verdadeiramente humano...

Foi então que Deus descobriu, no âmago da sua porção humana, a inestimável necessidade do amor de Mãe! E, assim, Ele estabeleceu a mais sublime parceria com a sua criatura:



Mãe, a co-criadora.
Mãe, o canal que conduz o amor divino!


É por isso que em qualquer lugar, em qualquer época, em qualquer idade, independente de qualquer condição, cada ser humano pode sentir no colo afável da Mãe o abraço amoroso de Deus!

É no colo da Mãe que se descobre o incomparável dom de ser amado, de se sentir aceito como se é...



É no colo da Mãe que se aprende a conhecer o mundo, a beleza, a bondade, a justiça, o respeito o perdão...

É no colo da Mãe que se entende o que é generosidade, doação, paciência, dedicação, desprendimento, compreensão...




É no colo da Mãe que se forma o caráter, lapida a personalidade, desperta a consciência, ilumina o discernimento, modela o coração...

É no colo da Mãe que se sente segurança, recupera a coragem, fortalece a autoestima, descobre o próprio potencial...





É no colo da Mãe que se acalmam as angústias, esclarecem as dúvidas, amenizam as dores, afastam os medos, enfrentam os desafios...















É o colo da Mãe que ampara dos perigos, consola nas tristezas, acolhe nos momentos de desespero...













O colo de Mãe nunca abandona, condena, desiste, nunca se nega a envolver com amor.




Foi no colo da Mãe que Deus quis aprender a ser Homem, quis se preparar para amar e salvar a humanidade.

                                                          
 Ana Maria Pisani

sábado, 18 de janeiro de 2014

3. ALFABETO PARA AS MÃES







ALFABETO PARA AS MÃES


Ame seu filho para ser amada por ele.

Bendiga a Deus por tudo que dele recebeu.

Creia na sublime missão que Deus lhe confiou.

Disponha-se a ajudar seus filhos com bons conselhos.

Eduque não só com palavras, mas com o bom exemplo.

Faça com amor o dever de cada dia.

Garanta, cada vez mais, um mundo melhor para seus filhos.

Hoje leia a Bíblia com atenção e esperança.

Inspire seus filhos a praticar as virtudes.

Justifique seu casamento, amando ainda mais seu esposo.

Lembre-se de rezar e ensinar os filhos e conversar com Deus.

Mantenha-se firme nos ensinamentos de Cristo.

Não se iluda com as coisas mundanas.

Ódio e inveja, mantenha-os longe de seu coração.

Pense que amanhã será melhor, se hoje você viver bem.

Queira o bem, sem escolher a quem.

Reflita... para acertar.

Sorria diante dos problemas.

Tire os maus costumes de seus filhos.

Use as mãos maternas, somente para acariciar e não para bater.

Vença as dificuldades pela fé e pelo otimismo.

Zele, com carinho todas estas recomendações, e descubra o êxito e a 
felicidade das grandes Mães.

                                                          (anonimo) 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

2. DECÁLOGO DA VELHICE





DECÁLOGO  DA  VELHICE  

1. O fim de uma jornada e sempre o começo de outra. Em cada encruzilhada da vida há, pelo menos, dois caminhos novos. Não faça da saudade um retrocesso, mas um passo à frente. Cada recordação é um estímulo e, só com a experiência do passado, se desvenda o mistério do futuro.

2. Um banco de jardim, um livro, um copo de vinho, uma réstia de sol... Não manche com lágrimas as tintas do quadro.

3. Os velhos são a retaguarda, não a vanguarda da existência. Chegaram antes dos outros. Partiram na frente. Sejam, pois, os que seguem em direção ao infinito.

4. Toma nota: “O jeito mais importante de permanecer jovem, na velhice, é aprender sempre coisas novas”.

5. Não cultive a ironia, bravura dos fracos. Não ponha nos lábios o sorriso das dúvidas.

6. Invejar os moços é tolice. Admirar a árvore, antes dos frutos, significa pensar que a sombra é mais nutritiva que o alimento.

7. Não existem moços, existem os menos velhos. Desde o momento em que nasce, o homem está maduro para morrer. O importante é criar em favor de alguém, em favor de alguma coisa. Os moços criam, porque são fermento. Os velhos, porque são semente. Mas, não é da semente que provém o fermento?

8. Evite o exagero do elogio do passado. Jesus adverte: “se não vos fizerdes como crianças” ... Quando no coração de um velho continuar brilhando o céu de uma criança, ele já ganhou o Reino.

9. Rabugice, teimosia nunca foram virtudes. A santidade é irmã da tolerância e da alegria, como provou São Francisco. Ser capaz de rir até de si mesmo é uma bela qualidade.

10. Envelhecimento é arte. APRENDA A ARTE DE ENVELHECER.
     
 - Eis uma boa receita para ter uma velhice mais feliz.
                                                                                   Júlio Barata


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

1. MÃES MÁS




    
MÃES MÁS


Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:  

·        Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão. 

·        Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

·        Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: " Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".

·        Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

·        Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

·        Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!

E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se suas mães eram más, meus filhos vão lhes dizer:

"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".

As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.

Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails). Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia á noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.

A nossa vida era mesmo chata!

Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).

Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.



FOI TUDO POR CAUSA DELA!

Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para
sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE:


NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!


                                                                                                      (Autor desconhecido)



PAPA FRANCISCO FALA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA MÃE!